
Neste tempo de crise todos nós temos o hábito de fazer uma aperciação, geralmente negativa, da vida, por vários motivos.
Seja pelo desemprego, pelo pequeno ordenado que recebemos ao final do mês, pelos testes ou avaliações que não correm tão bem, pela ginástica orçamental que temos de fazer todos os meses, etc.
Eu diria que isto é ver a vida do ponto de vista lusitano, à boa maneira do português. Talvez esteja a ser um pouco dura ao fazer esta apreciação, mas o que é facto é que provavelmente se tentassemos ver a vida de uma outra forma, de um outro prisma, poderiamos enfrentar de uma maneira mais positiva, mais activa os enormes desafios que nos surgem ao longo da vida.
A seguir a isto provavelmente ficaram a pensar que é muito fácil falar (neste caso escrever) do que realmente pôr isto em prática, quando confrontados com a dura realidade.
Até pode ser que seja verdade, mas cá para mim não custa nada tentar, afinal não temos nada a perder.
Por isso já sabem é olhar em frente, levantar a cabeça e viver um dia de cada vez.
Seja pelo desemprego, pelo pequeno ordenado que recebemos ao final do mês, pelos testes ou avaliações que não correm tão bem, pela ginástica orçamental que temos de fazer todos os meses, etc.
Eu diria que isto é ver a vida do ponto de vista lusitano, à boa maneira do português. Talvez esteja a ser um pouco dura ao fazer esta apreciação, mas o que é facto é que provavelmente se tentassemos ver a vida de uma outra forma, de um outro prisma, poderiamos enfrentar de uma maneira mais positiva, mais activa os enormes desafios que nos surgem ao longo da vida.
A seguir a isto provavelmente ficaram a pensar que é muito fácil falar (neste caso escrever) do que realmente pôr isto em prática, quando confrontados com a dura realidade.
Até pode ser que seja verdade, mas cá para mim não custa nada tentar, afinal não temos nada a perder.
Por isso já sabem é olhar em frente, levantar a cabeça e viver um dia de cada vez.
